terça-feira, 24 de junho de 2014

O que é Anglicanismo?

                                                             Abadia de Westminster

Anglicanismo é a designação de uma tradição dentro do Cristianismo que inclui a Igreja da Inglaterra e outras igrejas historicamente ligadas àquela ou que têm crenças, práticas e estruturas semelhantes.1 O termo Anglicano tem origem em ecclesia anglicana, uma expressão medieval latina datada de, pelo menos, 1246, e que significa Igreja Inglesa. Os adeptos do Anglicanismo são designados por Anglicanos. A grande maioria dos Anglicanos são membros de igrejas que fazem parte da Comunhão Anglicanainternacional.2 Contudo, existem algumas igrejas fora da Comunhão Anglicana que se consideram, também, Anglicanos, em particular aqueles que se designam por igrejas do Movimento Anglicano Contínuo.3
A fé dos Anglicanos tem por base as escrituras, as tradições da Igreja Apostólica,E da sucessão apostólica ("episcopado histórico ") e dos Pais da Igreja iniciais.1 O Anglicanismo é um dos ramos do Cristianismo ocidental; declarou a sua independência dopontificado romano no período da Regulamentação religioso de Isabel I, o qual é designado por monasticismo britânico.4 5 Muitos dos formulários anglicanos de meados do século XVI são semelhantes àqueles do Protestantismo reformado contemporâneo, e estas reformas na Igreja de Inglaterra foram vistas pelo Arcebispo da Cantuária, Thomas Cranmer, como um meio termo entre duas das tradições Protestantes emergentes, nomeadamente o Luteranismo e o Calvinismo.6 No final do século, a manutenção no Anglicanismo de muitas formas litúrgicas tradicionais, e o episcopado, eram vistas como inaceitáveis por aqueles que divulgavam os princípios do Protestantismo.
Na primeira metade do século XVII, a Igreja de Inglaterra e outras igrejas episcopais associadas na Irlanda e nas colónias inglesas na América, foram apresentadas por teólogos Anglicanos como tendo uma tradição cristã diferente, com teologias, estruturas e formas de oração que representavam um meio termo diferente, ou via media, entre a Reforma Protestante e o Catolicismo Romano — uma perspectiva que se tornaria muito influente nas teorias da identidade Anglicana, e foi expressa na descrição "Catholic and Reformed".7 No seguimento da Revolução Americana, as congregações Anglicanas nos Estados Unidos e no Canadá foram ambas reorganizadas em igrejas autónomas com os seus próprios bispos e estruturas autónomas; estas, com a expansão do Império Britânico e a actividade das Missões Cristãs, foram adoptadas como modelo a muitas recém-criadas igrejas, em particular em África,Australásia e nas regiões do Pacífico. No século XIX, o termo Anglicanismo era utilizado para descrever a tradição religiosa comum destas igrejas; a Igreja Episcopal Escocesa, embora com origem na Igreja da Escócia, acabou por ser reconhecida como também partilhando da mesma identidade comum.
O grau de distinção entre as tendências Reformistas e o Catolicismo ocidental dentro da tradição Anglicana é, habitualmente, uma matéria de debate tanto no seio das igrejas Anglicanas, como na Comunhão Anglicana. Único no Anglicanismo é o Book of Common Prayer, um livro de preces utilizado na maioria das igrejas anglicanas, há séculos. Embora tenha passado por várias revisões e as igrejas anglicanas, em diversos países, tenham elaborado outros livros de preces, o Prayer Book continua a ser reconhecido como um elo de ligação na Comunhão Anglicana. Não existe uma única Igreja Anglicana com autoridade jurídica universal, pois cada igreja nacional, ou regional, tem autonomia total. Como o nome sugere, as Igrejas da Comunhão Anglicana estão ligadas por laços afectivos e por lealdade. Estão em comunhão total com a Sé de Cantuária e, deste modo, com o Arcebispo da Cantuária, pessoalmente, é um ponto de convergência da unidade anglicana. Com um total estimado de 80 milhões de membros,8 a Comunhão Anglicana é a terceira maior comunhão Cristã no mundo, atrás da Igreja Católica Apostolica Romana e da Igreja Ortodoxa.

Significados da Cruz Celta




A Cruz Celta ou cruz céltica, combina a cruz com um anel que lhe faz interseção por trás. É um símbolo que caracteriza os celtas, e suas origens são anteriores ao cristianismo. Esta cruz representa uma das principais formas na arte deste povo.
                                                          No Cristianismo
Sabemos que os celtas foram convertidos ao cristianismo pela mensagem redentora de Cristo levada por José de Arimateia, e também por escravos fugidos por volta do ano 77 d. C., sendo criada a Igreja Celta. Devido a isso, evangélicos carismáticos, ou afins, alegam que a cruz céltica, no sentido cristão, é um símbolo pagão.
Assim como a sarça ardente, é um dos grandes símbolos do presbiterianismo. É um tradicional símbolo presbiteriano, representa o nascimento, morte e ressurreição de Jesus Cristo, o plano da ação redentora de Cristo determinado pelo Pai, além da presença dEle na Igreja e o seu plano desde a Criação1 . O círculo dá uma ideia de continuidade, podendo ser parafraseado com o lema: "Ecclesia Reformanda semper reformata est (Igreja Reformada: sempre reformando!)". 2 3
Os celtas são um grande exemplo de espiritualidade. “O cristianismo conhecido como “celta” floresceu na Irlanda, na Escócia, no País de Gales e mesmo em partes da Inglaterra, grosso modo, do quarto ao décimo séculos. São conhecidos os nomes de missionários celtas como Patrício, Columba e Columbano, que evangelizaram o norte das Ilhas Britânicas e vastas partes do continente europeu. Mas o cristianismo celta floresceu, humanamente falando, não apenas devido ao trabalho dos missionários mais conhecidos, mas também devido ao esforço de incontáveis anônimos, pessoas sinceras em sua fé, que viviam o cristianismo com “alegria e singeleza de coração”. Foi um cristianismo que desenvolveu características próprias, que o tornavam distinto do cristianismo de inspiração romana que florescia na Europa continental no mesmo período. O cristianismo celta tinha muitas características notáveis. Entre tantas, destaca-se aqui apenas a que interessa diretamente aos propósitos desta breve reflexão: um modelo de espiritualidade centrado na criação.
Os celtas desenvolveram uma teologia que enfatizava uma visão de Deus como Senhor da criação. Ainda que não haja nada de original nesta perspectiva — os cristãos celtas não foram os inventores desta teologia —, não se pode deixar de mencionar que há diversas implicações práticas dessa visão. Uma dessas consequências é exatamente ter uma atitude constante de júbilo e regozijo na criação, que revela Deus. Como os celtas eram um povo com forte inclinação à poesia, produziram muitas poesias comoventes, louvando a Deus pela obra da criação.” Rev. Carlos Caldas (é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil. Leciona na Escola Superior de Teologia e no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo). Revista Ultimato, Edição 294.
A cruz celta é amplamente utilizada pelas igrejas de tradição reformada, como os presbiterianos, batistas reformados e anglicanos reformados4 . Isso porque essas igrejas tiveram origem na Escócia. Há também uma ala da igreja romana que a utilizam, mas são casos bem remotos.

domingo, 15 de junho de 2014

Os Católicos e a Virgem Maria



Os Católicos adoram a Maria?
Antes de tudo, terá que dizer que os católicos não adoram à Virgem Maria. O culto que lhe professamos não é adoração, posto que esta corresponde unicamente a Deus. Os católicos veneram a Santa Maria, porque Ela é a mulher a quem Deus escolheu para que fora a Mãe de Cristo. Quer dizer, Maria não é uma pessoa qualquer, é a Mãe do próprio Deus. Recordemos a passagem da visitação:
"E aconteceu que, assim que Isabel ouviu a saudação de Maria, saltou de gozo o menino em seu seio, e Isabel ficou cheia de Espírito Santo; e exclamando com grande voz, disse: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto de seu seio. »" (Lc 1, 41-42)
Isabel chama Maria "Bendita és tu entre as mulheres", e a chama deste modo por inspiração do Espírito Santo, do qual se enche logo depois de escutar a saudação de Maria. E a Virgem mesma diz nos seguintes versículos:
"E disse María: «Minha alma engrandeçe o Senhor, e meu espirito exulta em Deus meu Salvador, porque olhou para a humilhação de sua serva. Sim! Doravante as gerações todas me chamarão de bem aventurada." (Lc 1, 46-48)
María é bem-aventurada pelo fato de ter sido escolhida Por Deus para levar o Salvador em seu seio, e por isso os católicos a chamam assim durante "doravante as gerações". O respeito e veneração que professam os católicos à Santíssima Virgem têm, portanto, bases bíblicas sólidas.
Maria não é mãe de Deus, é somente mãe de Cristo. Não pode ser mãe de Deus porque Deus é infinito e eterno, e Maria não.
Isabel, na passagem da visitação, chama a Maria "A mãe de meu Senhor" (Lc 1, 43). Certamente, o Senhor é Jesus, quem é Deus mesmo. Se aceitarmos que Maria é verdadeira e realmente mãe do Senhor Jesus, então Ela é, portanto, verdadeira e realmente Mãe de Deus, já que o Senhor Jesus é Deus mesmo. Pretender que Maria é mãe "somente" do corpo físico do Senhor é absurdo. O Senhor Jesus é uma pessoa completa. Pretender separar sua divindade e sua humanidade é absurdo, e é uma heresia conhecida como nestorianismo, que diz que há duas pessoas separadas em Cristo encarnado: uma divina (o filho de Deus) e outra humana (o filho de Maria). A heresia foi condenada e a doutrina esclarecida no Concílio de Efeso no ano 431.
Logicamente, a divindade do Senhor Jesus não provém de Maria, mas não por isso ela deixa de ser verdadeiramente Sua Mãe. O mesmo acontece conosco: a alma imortal que cada um de nós possui provém diretamente de Deus, mas isso não significa que minha mãe não seja verdadeira minha mãe. Terá que recordar que foi vontade do Senhor o haver-se encarnado em uma mulher, e que essa Mulher fosse sua Mãe. Deus não necessitava uma Mãe, mas quis atuar assim em seu plano de Salvação, e por sua Vontade Maria foi escolhida como Mãe de Deus "porque nada é impossível para Deus" (Lc 1, 37)
Maria é chamada "intercessora", o qual é antibíblico, segundo 1 Tim 2, 5 que diz "Porque há um só Deus, e também um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus"
A Igreja Católica nunca ensinou que María ocupa o lugar do Senhor Jesus, justamente o contrário. A Igreja proclamou sempre que Cristo é o único caminho para chegar ao Pai, e que só por Ele é que somos reconciliados. Por isso, e neste sentido, Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, o único no qual Deus e o homem são reconciliados.
Entretanto, há outro sentido da palavra "mediador". Por exemplo, se pedir a alguém que ore por ti, então essa pessoa está "mediando" ou "intercedendo" por ti ante Deus. Neste sentido, qualquer pode interceder ante Deus por outra pessoa, e isto em nada obscurece ou diminui a mediação e a reconciliação trazida por Jesus Cristo, justamente o contrário. E é neste sentido que dizemos que Santa Maria é intercessora, e o é por excelência, já que é a que mais esteve unida ao Verbo Encarnado, sendo sua própria Mãe.
Há algum exemplo no qual Santa Maria tenha intercedido por alguém mais nos Evangelhos? A resposta encontramos na passagem das bodas de Caná:
" No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava aí.  Jesus também tinha sido convidado para essa festa de casamento, junto com seus discípulos. Faltou vinho e a mãe de Jesus lhe disse: "Eles não têm mais vinho!"  Jesus respondeu: Mulher, que existe entre nós? Minha hora ainda não chegou."  A mãe de Jesus disse aos que estavam servindo: "Façam o que ele mandar." Havia aí seis potes de pedra de uns cem litros cada um, que serviam para os ritos de purificação dos judeus.  Jesus disse aos que serviam: "Encham de água esses potes." Eles encheram os potes até a boca.  Depois Jesus disse: "Agora tirem e levem ao mestre-sala." Então levaram ao mestre-sala. Este provou a água transformada em vinho, sem saber de onde vinha. Os que serviam estavam sabendo, pois foram eles que tiraram a água. Então o mestre-sala chamou o noivo e disse: "Todos servem primeiro o vinho bom e, quando os convidados estão bêbados, servem o pior. Você, porém, guardou o vinho bom até agora." Foi assim, em Caná da Galiléia, que Jesus começou seus sinais. Ele manifestou a sua glória, e seus discípulos acreditaram nele." (Jo 2, 1-11)
A passagem não é uma simples anedota do Evangelho, é o primeiro milagre do Senhor Jesus. João diz que foi aí onde Ele começou seus sinais e manifestou sua glória. Maria se dirige ao Senhor, expressando sua preocupação pelos noivos com as palavras "Não têm vinho", e espera dEle uma intervenção que resolva. A aparente negativa do Jesus não é mais que isso, aparente. Maria, que confia em seu Filho, deixa- toda a iniciativa a Ele, dirigindo-se aos empregados e convidando-os a fazer o que Ele lhes disser. E sua confiança é recompensada. O Senhor obra o milagre, transformando a água em vinho. A intervenção da Santa Maria no primeiro milagre de seu Filho não é acidental. A passagem das bodas de Caná põe em destaque o papel cooperador de Maria na missão do Senhor Jesus.
Maria teve outros filhos. Na Bíblia se fala claramente dos "irmãos de Jesus" (MT 12, 46; MT 13, 55; Mc 3, 31, etc.)
A palavra grega que se utiliza para designar aos irmãos de Jesus é "adelphos", e tem distintos significados: irmão de sangue, companheiros, compatriotas, etc. Nenhum dos Evangelhos menciona outros filhos de Maria como tais. Por outro lado, a resposta de Santa Maria ao anjo "«Como será isto, se não conheço varão?»" (Lc 1, 34) quando lhe anuncia que vai conceber um filho, não podem entender-se se María não tivesse tido a intenção de permanecer virgem, pois nesse momento já estava desposada com José (Lc 1, 27). "Conhecer" neste caso significa ter relações sexuais íntimas. Se Maria tivesse pensado em ter relações com José, o fato de que o anjo lhe anuncie que vai ter um filho lhe teria parecido conseqüência natural de seu matrimônio, com o qual não tivesse dado essa resposta.
O Evangelho também diz que Jesus é o filho primogênito da Maria (Lc 2, 7) e alguns pretendem ver nisto uma prova de que Maria tinha outros filhos. Entretanto, a palavra "primogênito" somente faz referência ao primeiro nascido, e não de se tiver ou não tem irmãos.
Maria não foi virgem depois do parto. No Lc 1, 25 se lê "E não a conhecia até que ela deu a luz um filho, e lhe pôs por nome Jesus.", O que implica que depois de que Maria deu a luz a Jesus teve relações com o José.
A palavra "até" neste caso, quer ressaltar o simples feito de que José não teve relações com a María antes que ela desse a luz a Jesus. Não implica de nenhum modo que José tivesse relações com a María após o nascimento de Cristo.
(texto retirado de acidigital)

Quer arriscar de novo?


Quer arriscar de Novo? *-*

Vida

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas 
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!

Viva!!

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.

                                             Quer arriscar de Novo?


Oração pela Paz



Oração pela Paz
Atribuída a São Francisco 

Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde há ódio, que eu leve o amor.
Onde há ofensa, que eu leve o perdão.
Onde há discórdia, que eu leve a união.
Onde há dúvida, que eu leve a fé.
Onde há erro, que eu leve a verdade.
Onde há desespero, que eu leve a esperança.
Onde há tristeza, que eu leve a alegria.
Onde há trevas, que eu leve a luz. 
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
é morrendo que se vive para a vida eterna. 



Cruzando o rio e tomando cidades!

                          CRUZANDO RIOS E TOMANDO CIDADES


“Levantou-se, pois, Josué de madrugada, e, tendo ele e todos os filhos de Israel partindo de Sitim, vieram até o Jordão e pousaram ali antes que passassem.” Josué 3:1

                          O líder Josué está à beira do Rio Jordão, um rio de destino para o povo de Deus. A travessia será como uma linha divisória em sua história, um novo dia irá raiar, um novo propósito irá ser revelado.
A travessia de rios e a conquista de cidades têm representado sempre o chamado do povo de Deus.
                          Temos que fazer uma escolha ficamos acampados às margens do rio ou atravessamos! Ao atravessarmos iremos nos deparar com Canaã, uma terra dominada por uma infinidade de deuses, religiões, cultos, crenças e imoralidades, a nossa Canaã do século vinte e um nos remete aos mesmos desafios.
                          O momento em que Josué realizou a travessia tem importância profética para nós. As escrituras afirmam claramente que os israelitas alcançaram o rio na época da colheita, no começo da primavera. Imagine comigo agora olhando para o outro lado do rio e vendo a seara branca, pronta para a ceifa, nos esperando para ser colhida! E nós estamos fazendo o quê? Cada um construindo seu próprio império enquanto o trigo se perde por falta de obreiros na seara! Gostaria de desafiar você meu amigo (a) olhe agora para o outro lado do rio com os olhos espirituais, e tome uma atitude, atravesse o rio! Conquiste cidades, nações, vidas para o reino de Deus.
                           O nível da água para o povo de Deus representa o Espírito de reavivamento que invade igrejas, cidades, nações, corações.
Multidões afirmam: as águas do reavivamento estão subindo em todas as cidades e países do mundo; não fique de fora, cruze o rio e deixe-se ser usado por Deus para a conquista de cidades!
                            “O desejo de Deus é tirar-nos de onde estamos confortavelmente e levar-nos para onde Ele está trabalhando. Quando Deus revela a você o lugar onde Ele está trabalhando, esse é o seu convite para que se junte a Ele.”



                            Espero encontrá-lo (a) do outro lado do rio!

O valor da Eucaristia


                                                        O VALOR DA EUCARISTIA


PROMESSA DA EUCARISTIA – Jo.6,24-35
1 – A HERANÇA DE JESUS:
Jesus não nos deixou uma estátua de si mesmo, nem foto; nos deixou Ele mesmo pessoalmente como alimento na Eucaristia. 
Pela televisão posso ver um fato passado; pela missa revivo agora a morte e Ressurreição de Jesus. A missa torna atual, presente a morte de Jesus. Aquele corpo de Cristo torturado, esmagado, morto na cruz, está ressuscitado na Santa Hóstia. 
Por que Jesus instituiu a Eucaristia? Jesus instituiu a Eucaristia para renovar sua morte e Ressurreição, pela missa acontece o milagre dos milagres, porque celebra e atualiza a morte e Ressurreição de Jesus. Jesus instituiu a Eucaristia para ser nosso companheiro, para ficar em nosso meio, participar da nossa vida; para ser nosso alimento. Jesus quis ter união íntima conosco, quis viver em nós, e nos alimentar com o pão do céu. Pela Eucaristia Jesus quis nos ensinar que nos ama sempre, nos perdoa e que está sempre presente em nossa caminhada. Eucaristia é fruto do amor de Deus. Quem ama gosta em deixar lembranças. O amor de Jesus por nós inventou instituir a Eucaristia, que é a mais bela das lembranças. É possível resumir toda a vida e ensinamentos de Jesus: toda sua obra e pessoa foi doação; sangue derramado, corpo doado como alimento. Jesus não guardou nada para si nem uma gota de sangue. Os dois pontos centrais do cristianismo: Cristo morto da cruz e Cristo presente na Eucaristia.
Na Eucaristia Jesus não está morto como esteve na cruz; na Eucaristia está Cristo vivo, ressuscitado, glorioso, Senhor do universo, rodeado de milhões de anjos. Eucaristia é mistério, é milagre diante do qual devemos nos prostrar. Jesus prometeu o céu para quem comungasse. A Eucaristia é um acontecimento de salvação; é um fato salvador. Após a Comunhão curtir a presença de Deus; deixar que Ele tome posse; tome conta do meu coração. É momento de intimidade com Deus e de sentir a presença de Jesus; é o momento de deixar Deus me falar. Todos aqueles que são devotos da Eucaristia estarão presentes na procissão que leva ao céu. -O que é o céu? O céu é uma missa contínua: eu na presença de Deus louvando, glorificando. 
Agosto é o mês das vocações; dia quatro é dia de são João Vianei, padroeiro dos sacerdotes; sem o sacerdote não teríamos a Eucaristia. É por causa dos sacerdotes que Jesus está presente em todos os sacrários do mundo. - O povo reza pelos padres, ou só olha para os seus defeitos? Jesus é o eterno e sumo sacerdote que na Consagração da missa se oferece ao Pai como o fez na cruz naquela Sexta Feita Santa.
2 – O VALOR DA EUCARISTIA
A missa é a chave que abre os tesouros da Eucaristia. Encerra tudo o que Jesus fez por nós. A Eucaristia é o amor dos amores. A Eucaristia é salvação; a Eucaristia é portadora de Salvação. Quem valoriza a missa está valorizando a salvação; quem não aceita a Eucaristia está rejeitando a salvação. O Corpo e Sangue de Cristo é alimento que dá vida, saúde, salvação. Pela Eucaristia somos transformados em Cristo.
A Eucaristia
é o foco para onde devem convergir todas as nossas pastorais; da Eucaristia nos vem as forças para nosso apostolado.A Eucaristia é o centro da igreja, o centro da vida religiosa. Jesus quer ser o centro da nossa cidade, e o centro do mundo. Todos se voltando para Jesus. Se eu possuo mil coisas e não tivesse Deus me faltaria o principal, me faltaria tudo.

Nós só não temos crise econômica ou crise política, crise de saúde ou de emprego; mas quando a missa ou a Eucaristia não é valorizada temos a pior de todas as crises. Se valorizarmos Cristo na Eucaristia, facilmente as outras crises serão superadas. Devemos participar da missa não porque Jesus precisa de nós; nós é que precisamos dele.
Eucaristia é o maior presente que Deus nos dá, porque nos dá Jesus por alimento. Eucaristia é alimento que não se acaba. A Eucaristia que alimenta o povo cristão é milagre maior que o maná que desceu do céu durante quarenta anos no deserto para alimentar o povo judeu. Na missa o Bom Pastor prepara para o seu rebanho uma mesa farta, do bom e do melhor; na missa Jesus nos alimenta com o pão da palavra e da Eucaristia.
Só Jesus é o pão que pode saciar a fome de felicidade, de amor, de paz. Todos temos necessidade de Deus, porque Deus é o dom da vida. Jesus nos alimenta para termos vida completa. Religião é apoio para a saúde física e emocional. Jesus é importante na vida dos doentes e sadios. Até o mundo não se voltar para Deus terá sempre fome e sede. Sem Deus o mundo terá um povo insatisfeito.
Ter alegria contagiante pela presença de Cristo na Eucaristia; nas celebrações ter uma participação vibrante. 
CONCLUSÃO: A Eucaristia é o centro da liturgia e o centro da toda a vida cristã. Lembra-te: Deus está contigo; cada um se lembrar desta grande verdade. Criança, jovem, adulto, lembra-te: Jesus está contigo.